| |
Sábado, Julho 31, 2004
Um dia a mais para viver e descobrir brilho em cada coisa!
Muitas coisas acontecem e tudo é importante.
Inclusive abrir mão de determinadas idéias ou objetivos. São irônicas as nuances que certos
fatos apresentam. Abrir certas caixas podem trazer surpresas desagradáveis, Pandora......
O jogo da vida, no sentido que somos peças do Criador, fazem troça com nossas idéias e projetos.
Tenho que aceitar os rumos que muitas das minhas decisões tomam, independente da minha vontade. Aceitação é uma coisa difícil, piorando aceitar meus limites.
Muitas das minhas idéias supervalorizam o entendimento que as pessoas possam ter.
Converso, converso e converso. Depois, um elemento aparece para mexer nas coisas e posso, mais uma vez, comprovar, que não fui entendida ou mal entendida.
O pior sentimento que experimento é o de fracasso. Fracasso eu considero o desentendimento em coisas bobas, que se tornam gigantescas se não existe boa vontade.
Cheguei a um ponto, o de saber o meu limite e experimentar ir até ele, verificando o que acontece.
É interessante..... quando se chega ao limite, em plena consciência de onde se está pisando, as coisas ficam mais claras. As coisas que eu evitava ver se mostram
explodindo em cores e me deixando sem poder negar sua concretude.
Está na minha cara! A minha frase predileta, que estou usando bastante, é
"agora estou na base da tolerância zero".
Incrível com as pessoas reagem a isso. Quando alguém me diz algo que acho absurdo de ilógico, eu digo na lata. Andam se assustando comigo.... rsrsrsrsrs
Tenho algumas amigas que tem o hábito de me pedir conselhos sobre diversos assuntos e como sou uma faladeira da boca grande, falo pelos cotovelos. Gosto de disso! Porém a coisa que não suporto, até detesto, é ouvir repetições da mesma pergunta e ter que dar a mesma resposta, ou pior, ter que ouvir o resultado dos atos que já sabiam onde iriam dar.
E muito pior: ter que reconhecer que eu fiz a coisa que detesto ouvir dos outros!!!!!!!!!!
Repetir um erro, insistir em algo que já sei onde vai dar, mesmo mudando o ângulo......
Caraca! Como posso esperar que algo, que eu já sei e comprovei que é quadrado, possa rolar suavemente? Acho que eu devo ter muita fé..... acreditar que uma mágica iria aparar as quinas retas ....... eita ferro! Ainda acredito em Carochinha, "né possívelrrr"!!!!!!
Um novo ciclo está começando. Preciso me abrir e receber esta nova possibilidade, já que andei tão fechada nas minhas teimosias. Começar de novo! E contar comigo!
Achei estas fotos muito engraçadas. Mostram muito da maluquice humana:

VALL RIO 12:43 AM
Comente comigo:
Quarta-feira, Julho 21, 2004
Curiosidades da Idade Média
É impressionante nos dias de hoje quando visitamos o Palácio de Versailles em Paris e observamos que o suntuoso palácio não tem banheiros.
Quem passou por esta experiência ficou sabendo de coisas inacreditáveis. Na Idade Média, não existiam os dentifrícios, isto é, pastas de dentes, muito menos escovas de dentes ou perfumes, desodorantes muito menos e papel higiênico, nem pensar...
As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio... Quando paramos para pensar que todos já viram que nos filmes aparecem pessoas sendo abanadas, passam desapercebidos os motivos.
Em um país de clima temperado, a justificativa não era o calor, mas sim o péssimo odor que as pessoas exalavam, pois não tomavam banho, não escovavam os dentes e não usavam papel higiênico e muito menos faziam higiene íntima.
Os nobres, eram os únicos que podiam ter súditos que os abanavam, para espalhar o mau cheiro que o corpo e suas bocas exalavam com o mau hálito, além de ser uma forma de espantar os insetos.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles, o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda estava tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a ser exalados, as noivas carregavam buquês de flores junto ao corpo, para disfarçar. Daí termos maio como o "mês das noivas" e a origem do buquê de noiva explicada.
Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças.
Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível "perder" um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente "não jogue o bebê fora junto com a água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos...
Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais - cães, gatos e outros, de pequeno porte, como ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, começavam as goteiras e os animais pulavam para o chão. Assim, a nossa expressão "está chovendo canivetes" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs" = está chovendo gatos e cachorros.
Para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.
Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada (lembremo-nos que os hábitos higiênicos da época não eram lá grande coisa...). Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, como venenosos.
Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho).
Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estava morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto
acordava ou não.
Daí, surgiu a vigília do caixão. A Inglaterra é um país pequeno e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossuário e o túmulo era utilizado para outro infeliz.
Às vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino.
Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell",ou "salvo pelo gongo", expressão essa por nós usada até os dias atuais.
 
VALL RIO 9:54 PM
Comente comigo:
Domingo, Julho 04, 2004
Estou chegando do aniverasário do meu amigo Nando! Foi muito legal! Caramba!
Como o tempo passa! Ele fez uma festa memorável pelos 40, uma festa Disco 80's.
Um Flash Back que foi um barato! Dancei muito! Muito legal!
Ele estava hilário! Estava vestido como um Jackson Five...rrsrsrsrs!!!!!!
Roupa da época, medalhão enorme no peito, perucão imenso Black Power, óculos escuros.
Tava uma figuraça! Fez umas coreografias muito engraçadas. Foi muito bom!
Todos dançaram as músicas que me trazem tantas lembranças. Muitas atualizadas
e remixadas tocando nas boates hoje me dia.
Só ele para me fazer voltar a escrever aqui e rir um pouco. Ah! Ele é muito piadista, sempre
inventando alguma coisa engraçada. Fui convidada para ser madrinha dele, anunciou o noivado!
Fiquei muito feliz por isso! A noiva super emocionada....eita! rsrsrsrs
Foi muito divertido!
E hoje ainda vou ouvir e ver, via satélite, uma pessoa que é muito importante para mim!
Sou uma pessoa que agradece as oportunidades.
Como já dizia Einstein:
"Você pode viver essa vida pensando que nada é milagre ou pensar que tudo é milagre".
Eu prefiro a segunda opção! Tudo para mim é um milagre.
O milagre da existência, desta respiração, mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez.....
Obrigada por isso!
VALL RIO 3:17 AM
Comente comigo:
|
|